20 de maio de 2009

Onfray


Longe da virtude embrutecedora do cristianismo, aquela que glorifica o ideal ascético e se propõe a extinguir, a virtù é incandescente, brasa e fogo. Ela induz a virtuosidade, a capacidade de realizar uma ação com brio, elegância e eficácia. Do mesmo modo, ela supõe a excelência e a manifestação de uma personalidade, através de uma maneira única de procedimento. Talentoso, hábil e superior nos seus feitos e gestos, o virtuose marca o real com seu selo, imprime um estilo e revela caminhos por nenhum outro usados. (p.37)

Porque este é um dos melhores livros que já li: A Escultura de Si

Imagem: Michel Onfray por Eve Clair

Nenhum comentário: