10 de julho de 2012

Primeiro semestre, 2012: leituras.

Artigos, ensaios e contos específicos não contam, a não ser que a leitura tenha sido de um livro inteiro de ensaios, ou de artigos, ou de contos, como é o caso do livro do Rafael Rodrigues. Por isso é que Montaigne, que sempre releio para calibrar as sinapses, não está aqui; nem Jorge Luis Borges, nem Machado, nem Rawet. Releituras de livros inteiros também não contam, a não ser que a tradução seja nova, caso do Flaubert citado. (Critério lindamente arbitrário.)

Os livros que, por ter achado chatos, deixei pela metade, ou no primeiro terço (ou quarto), não contam, é óbvio. Também não estão presente as leituras intermitentes: Interpretação dos Sonhos, de Freud, e Os Miseráveis, de Hugo. Tenho lido a ambos desde janeiro. Como vou entrar numa fase de leituras mais técnicas, vou deixar a listagem de lado. Além do mais, estava de saco cheio de ter de anotar isso. Provavelmente, é uma coisa que só farei novamente se tiver que fazer, seja lá por quê. 


Os links são para as mesmas edições que li. 



Janeiro
Trilogia Millennium, Stieg Larsson.
Lendo Imagens, Alberto Manguel.

Fevereiro
O Culto de Jung, Richard Noll.
Esqueleto na Lagoa Verde, Antonio Callado.
A lebre com olhos de âmbar, Edmund de Waal.
Amsterdam, Ian McEwan.

Março
A Geração Superficial, Nicholas Carr.
Um inimigo do povo, Henrik Ibsen.
Uma Mente Própria, David M. Friedman.

Abril
O escritor premiado e outros contos, Rafael Rodrigues.
As correções, Jonathan Franzen.
Madame Bovary, Gustave Flaubert (em nova tradução, de Mario Laranjeira, publicada pela Penguin Companhia).
Vermelho Amargo, Bartolomeu Campos de Queirós.

Maio
História do olho, Georges Bataille.
A viagem vertical, Enrique Vila-Matas.
Leviathan, Paul Auster.
Morte na alta sociedade, Georges Simenon.
O grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald.

Junho
O filho eterno, Cristóvão Tezza.
Desonra, JM Coetzee.
O livro das ilusões, Paul Auster.
Um homem que dorme, Georges Perec.
O jardim de cimento, Ian McEwan.

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